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Reestruturação- Não aceitem informações orais

REMOÇÃO COMPULSÓRIA, NÃO ACEITEM!

LEIAM COM ATENÇÃO:

 Não aceitem informações orais nem por mensagens eletrônicas, solicitem, então, documentação em papel timbrado, assinado pelo diretor de sua unidade escolar e com justificativa legal (Artigos, Resoluções, Estatuto) e pedagógica para sua saída e procurem o Sepe. 

Parece que em outras CRES já chegaram às escolas um comunicado, nos mesmos termos do que já fora encaminhado pela 3ª CRE, convidando os profissionais de educação para remoção compulsória, isto é, sem que haja vontade dos mesmos. Até o dia 14 de novembro de 2012 tal convite ainda não havia chegado às escolas da 4ª CRE.

 

Vale informar que na 4ª CRE diversas escolas posicionaram-se contra a remoção compulsória através de ata e/ou manifestos em conjunto com o CEC.  Esses documentos respaldam a vontade daquelas comunidades e serão entregues na SME, na CRE e, se necessário, encaminhados juridicamente.

 

Para essa remoção, continuamos a  apresentar os seguintes questionamentos:

 

  1. 1.      Qual o documento legal que respalda a relotação dos servidores?
  2. 2.      Qual será o critério de escolha: tempo de serviço na rede, ordem de chegada?
  3. 3.      Por que prioridade de escolha?
  4. 4.      E o concurso de remoção para todos os profissionais da rede?
  5. 5.      E o que prevê os Artigos 27, 29 e 30 do nosso estatuto?
  6. 6.      E a Lei 1881 de 1992 que prevê, inclusive, na implantação da jornada de 30 e 40 horas será dada preferência ao servidor com mais tempo de serviço no magistério municipal?
  7. 7.      Por que é que agora temos de sair?

 

Não aceitem sair de suas unidades escolares sem que haja regulamentação que justifique sua remoção. Já soubemos, inclusive, que tanto as CRES, quanto a SME estão deixando a cargo das direções a necessidade de substituição desses profissionais ou não.  Fomos também informados que em algumas CRES as gestoras escolares, além de não concordarem com essa remoção, comprovaram que a saída dos profissionais lotados nas unidades que administram, traria um prejuízo na continuidade do trabalho já realizado e um total desrespeito com o vínculo não só desses profissionais com as escolas que executam seu ofício como também da comunidade com os mesmos.

 

Portanto, vamos ver se as diretoras das escolas de nossa região concordam com a saída dos profissionais que elas já estão acostumadas, conhecem e confiam no trabalho que estes executam já há muitos anos.

 

Caso sejam convidados, não aceitem informações orais, nem por mensagens eletrônicas, solicitem, então, que o documento que os convoque seja em papel timbrado, assinado pelo diretor de sua unidade escolar e com justificativa legal (Artigos, Resoluções, Estatuto) e pedagógica para sua saída e ao receberem tal documento, procurem o Sepe. 

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