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Protestos nos Estados Unidos contra fechamentos de escolas públicas

EUA: Pais e docentes protestam contra fechamento de escolas

14366812-largePara entender o caso: A Lei de Responsabilidade Educacional dos EUA permite que se fechem escolas que não tenham atingido as metas estipuladas para as avaliações de rendimento dos alunos. Tais escolas podem ser transformadas em escolas públicas de gestão privada, ou seja, podem ter a sua gestão terceirizada. São chamadas de escolas charters. Os dados mostram que tais escolas não têm, em média, desempenho maior do que as públicas. No entanto, elas resolvem o problema da crise financeira americana, pois os professores ganham menos.
Algo semelhante ocorre no Brasil com a Lei de Responsabilidade Fiscal (a Educacional está tramitando no Congresso). A lei estipula um máximo de gastos com pessoal e áreas como saúde e educação que demandam muita gente, mesmo que tenham dinheiro para contratar, não podem fazê-lo pois as prefeituras e estados vivem no teto da Lei e não podem ampliar seus quadros. Com isso são obrigadas a passar as escolas para a iniciativa privada, pois o que é gasto com as ONG não entra no cômputo da Lei de Responsabilidade Fiscal pois não é salário.

Washington, na próxima semana, será palco de um protesto contra os testes de alto impacto nos Estados Unidos.
Vai haver barulho. Os Estados Unidos vivem um verdadeiro movimento social contra o mal uso dos testes em educação.
O evento chama-se United Opt Out National (que pode ser traduzido como União Nacional dos Excluídos) e terá a duração de quatro dias. Segundo Valerie Strauss, um dos organizadores: “inclui uma marcha até a Casa Branca em um esforço para chamar a atenção do presidente Obama, que tem sido uma grande decepção para as pessoas que achavam que ele iria levar adiante políticas de reforma escolar progressistas. Em vez disso, o Departamento de Educação levou uma agenda de reforma corporativa e que inclui um sistema de prestação de contas com base em testes padronizados – contra o conselho de especialistas em avaliação – e iniciativas que têm alimentado a privatização da educação pública e ataques a professores.”

Hoje não basta brigar para o ensino ser público, ele tem que ser público e com gestão pública. Leia mais no blog do Professor Luiz Carlos Freitas

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