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Para comemorar um ano de nossa página veja a denúncia sobre a economista Cláudia Costin que fizemos em agosto de 2012

Neste mês de setembro comemoramos um ano de nossa página. Apesar de ter sido construída no mês de agosto, só foi ao ar em setembro.  Sempre atualizada com as denúncias e informações sobre a educação do Rio de Janeiro este site abriu um espaço onde a categoria e o sindicato podem manter o diálogo contante. Muitos colegas já escreveram valorosas contribuições neste período. Comentários, sugestões, participação tem sido a tônica. Com 60 mil visitas até aqui esta página, cumpre a tarefa de expressar as opiniões e orientações do sindicato, sempre acompanhada de uma análise política dos fatos. Marcamos também aqui a importância desta página na ideia do lançamento da revista desta Regional, a “Educação em Revista”, que também completará um ano no mês de outubro.

Para comemorar este ano de existência e ainda com o orgulho de fazê-lo em plena greve da educação, selecionamos uma matéria publicada há um atrás que de forma ainda atualizada continua expressando as denúncias que fazemos desde aquele momento. As  falcatruas da senhora secretária e economista Cláudia Costin e seu marido. A denúncia pode demonstrar que seus envolvimentos com empresas e sua política meritocrática não ocorrem por questões ideológicas. Quem acredita e aplica a meritocracia é porque tem a possibilidade de alcançar muito sucesso. Não para a educação, não para as escolas, mas para o próprio bolso e para o bolso dos amigos, comparsas e familiares. Veja a matéria:   Quem é Costin?

https://regional7.wordpress.com/rede-municipal/quem-e-costim/

Como era de se esperar, o link que mostrava a matéria denúncia de Costin desapareceu. Uma publicação das organizações Globo não podia deixar exposto o nome de alguém que contribui tanto com seu patrimônio. Recuperamos aqui um trecho da matéria:

“Cláudia Costin, secretária da Administração e do Patrimônio, foi uma das criadoras dos programas de demissão voluntária (os PDVs) (…) No dia 31 de janeiro passado, Costin aderiu a um PDV, mas isso não significou que saiu da folha de pagamento do governo – continua recebendo o salário de secretária, de R$ 6.400. Ela rescindiu seu contrato de trabalho com o Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro) e recebeu R$ 63.657,76 para sair do emprego.”
“Os PDVs oferecem um pagamento adicional, para que os funcionários deixem o emprego, maior que a indenização que receberia se fosse simplesmente demitido. No caso de Cláudia Costin, o incentivo foi inócuo por duas razões. Ela tinha peso zero na folha de pagamento do Serpro, pois desde 1991, quando foi cedida para o Executivo, o governo federal reembolsava a empresa estatal pelo salário pago à funcionária. Trinta dias antes de aderir ao programa, foi nomeada e empossada na Secretaria da Administração e do Patrimônio para o segundo mandato do presidente Fernando Henrique. Mesmo demitida do Serpro, Costin continua trabalhando e recebendo dos cofres públicos.”
“Seu marido, Nabuco Barcellos, entrou na empresa em agosto de 1968. Tinha mais de 30 anos de serviço. Recebeu ao todo R$ 270 mil (incluindo FGTS e outras vantagens) para deixar o serviço público. Não deixou. É hoje diretor da Dataprev, estatal do Ministério do Trabalho e Emprego, com salário mensal de R$ 8.500. Com exceção do Serpro, nenhuma empresa pública ou privada contempla em um PDV empregados que estão às vésperas de se aposentar, como era o caso de Nabuco.”

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