Educação: o terror do Estado

Foto modificada passeata dia 30 de maioExército para reforçar a segurança das seleções, policiais robocop com bombas, gás de pimenta, tiros de borracha. Prisões! Muita truculência! Pessoas agredidas!

Não, não é nenhum ataque terrorista! Também não se trata de nenhum ataque do tráfico de drogas.

É apenas a educação passando!
Trata-se de educadores em busca de respeito e melhoria no seu trabalho e salário.
Como educadores podem produzir tanto medo aos governos?
Pezão, Cabral e Dilma conhecem muito bem a força e o apoio que educadores possuem! Que a sociedade reconhece a importância da educação pública mesmo aqueles que não têm seus filhos na escola pública. Conhecem nossa influência quando se trata de reeleição de políticos. E principalmente sabem que o movimento da educação pode levar o restante da população às ruas de novo.

Em 2013 educação revitalizou movimentos de rua!

Os governos em todas as esferas precisam proteger seus negócios. A Copa certamente trará milhões em benefícios. Não para nós! Não para o povo! Mas para eles, a FIFA e grandes empresários de todos os ramos.
Por isso é fundamental a manutenção da “ordem” e da “paz”. A mesma ordem e paz que levam às comunidades com a política de pacificação. Ou que o governo Dilma leva a países como o Haiti com mais de uma década de ataques ao povo haitiano. Como se já não bastassem os terremotos, as epidemias e a marca de um dos países mais pobres do mundo.
Em 2013 a educação levou às ruas milhares de pessoas. A sociedade apoiou os profissionais das escolas participando dos atos e tornando a vida de Cabral e Paes um verdadeiro inferno!
Hoje, os ataques a educadores dignos de serem chamados de educadores, só aumenta a revolta popular. A solidariedade chega de novo até nós! Moções de várias entidades, cartas recebidas internacionalmente, a mídia internacional que denuncia a situação.
Nossa greve não é uma greve isolada. É uma greve que empalma com o momento de denúncias. É uma greve que está junto com várias categorias que lutam pelo seu reconhecimento. É uma greve que balança as estruturas da Copa e consequentemente de governos que tentam de tudo para demonstrar para o mundo que são capazes de administrar o seu país, estado ou município durante a Copa. E justamente por isso, precisamos aumentar cada vez mais a nossa adesão, reforçar o nosso exército de bravos guereiros em defesa da eduação pública.

A educação mais uma vez cumpre o seu papel de ensinar. Ensina à alunos que o cidadão precisa ser atuante. Ensina à população que é preciso união para conquistar. Ensina ao governo com quem está falando. Somos a educação.
E que tirem os seus meganhas do caminho, pois queremos passar com a nossa flor. A flor de maio, de luta que muito há de desabrochar no ano da Copa!

Calendário aprovado em assembleia:

01/06 – ato unificado com outras categorias em greve na Praça de Manguinhos (ao lado do Colégio Estadual Compositor Luiz Carlos da Vila – Avenida Dom Helder Câmara, 1.184, Manguinhos) na inauguração do BRT Transcarioca, com presença da presidente da República Dilma Roussef, do governador Luiz Carlos Pezão e do prefeito Eduardo Paes. Concentração às 8h.

03/6 – Ato (Vigília) na porta do Tribunal de Justiça para acompanhar a audiência sobre o corte de ponto na rede estadual a partir das 14 horas.

04/06 – Assembleia local da Regional 7 a partir das 11 h (local a confirmar)

05/6 – Assembleia unificada, às 11h em local do Centro da cidade (confirme no site do Sepe).

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