Readaptados, vítimas de governos irresponsáveis!

Saude educação também

O descompromisso, a irresponsabilidade e o descaso com o serviço público vem de longa data. A prática de utilizar as verbas públicas para fins privados também é parte da corrupção com nossas verbas. Toda essa prática vem produzindo um exército de profissionais doentes, incapacitados para exercerem suas funções ou que precisam de aposentadoria por invalidez.
Muitas vezes estes profissionais doentes são utilizados como ”coringas”. Ou seja, na falta de algum cargo na escola, o readaptado é utilizado para cobrir esse ” buraco”. Em várias denúncias recebidas pelo sindicato o funcionário readaptado é utilizado como porteiro, mesmo que sua readaptação não permita que ele fique muito tempo de pé, por exemplo. Ou memo o professor sendo utilizados como inspetor ou até ajudando na faxina…
É muito grande o desrespeito a este profissional que teve seu tempo no cargo para o qual foi investido, reduzido pela irresponsabilidade e mau uso de verbas dos governos.
Não é a toa que muitas Cres ou escolas sequer respeitam o direito de origem desses profissinais, remanejando-os conforme a vontade deste ou daquele ”gestor” que acha estar fazendo algum favor a profissionais que não podem mais exercer suas funções não por assim quererem, mas por razões de saúde.
O profissional readaptado não é nenhum profissional de 2ª classe que possa ser tratado como objeto descartável ou como utensílio móvel das Cres. Ele é vítima das péssimas condições de trabalho e salário impostas que lhes foram  impostas durante anos. Exigimos e é fundamental a garantia de seus direitos. Este é um profissional como outro qualquer. Concursado, apto as suas funções no momento de sua posse e que teve seu tempo útil na função reduzido por governos inconsequentes, corruptos e que pouco se importam se a população está recebendo um serviço público de qualidade.

 

Regime jurídico

Art. 24. Readaptação é a investidura do servidor em cargo de atribuições e responsabilidades compatíveis com a limitação que tenha sofrido em sua capacidade física ou mental verificada em inspeção médica.

§ 1o Se julgado incapaz para o serviço público, o readaptando será aposentado.
§ 2o A readaptação será efetivada em cargo de atribuições afins, respeitada a habilitação exigida, nível de escolaridade e equivalência de vencimentos e, na hipótese de inexistência de cargo vago, o servidor exercerá suas atribuições como excedente, até a ocorrência de vaga.”

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