Jornal diário espanhol, El País noticia ocupações de escolas no Rio- Marcelo Santana, coordenador do sepe fala da greve

El País

São filhos de cozinheiras, pedreiros, faxineiras, costureiras ou desempregados e uma escola particular é um luxo inalcançável no orçamento familiar. Eles já perderam aulas de geografia ou física durante um ano inteiro por falta de professor ou assistiram a aulas de olho na mesa do lado por falta de livros. Estão acostumados a passar diariamente por instalações em que não têm acesso, como o laboratório de química, e a se amontoar em salas com turmas de mais 50 alunos sem ar acondicionado. Têm entre 15 e 18 anos, moram nos subúrbios e favelas do Rio e, inspirados pelosmovimentos estudantis de São Paulo e Goiás, deram o tiro de largada a uma onda de ocupação de escolas que, em menos de três semanas, chegou a 12 colégios estaduais e que soma-se a uma greve de professores que já se arrasta  há mais de um mês.

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