Alerj realiza Audiência Pública sobre o CEJA

Nessa quarta-feira, dia 25/10, foi realizada na Alerj uma Audiência Pública para discutir a situação do Centro de Ensino de Jovens e Adultos (CEJA).
Os representantes do Sepe, em suas falas, reconhecem a importância social e educacional dessa modalidade de escola, o CEJA, e apontaram a total falta de estrutura, investimentos e de vontade política dos representantes do governo de mudar a situação, que já arrasta há muito tempo.
Leia as questões levantadas pelo Sepe:
1) Falta de pessoal: faltam 46 professores e a Seeduc informou que “irá estudar o que fazer”. Sobre a falta de funcionários administrativos, a Secretaria vai estudar onde há carência ou excedentes;
2) Verbas: a Alerj vai encaminhar à Secretária de Fazenda que faça o repasse do salário-educação, em torno de R$ 3 milhões;
3) Eleição de direção: a Seeduc vai estudar um calendário. Neste ponto, o Sepe reivindicou que o calendário das escolas estaduais seja seguido também pelo CEJA;
4) Sobre a questão de CEJAs junto com Metro distantes (como o caso de Vassouras e Paulo de Frontin, ligado a Petropolis): a Seeduc reconhece a dificuldade, mas não apontou nenhuma solução;
5) Falta de merenda, material e outros (estrutura): foi informado pelos representantes do governo “que a situação será resolvido com um repasse, na próxima semana”.

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Parabéns metres e educadores!

Educa melhor quem vai para a rua lutar!

Parabéns a quem educa com a práxis! Parabéns pela integridade e dedicação de todos os educadores. Diferentes dos corruptos de plantão, nós podemos ser exemplo para nossos alunos e para a sociedade!

Categoria se levanta e revolta se transforma em multidão no ato da prefeitura

Com paralisação de 24 horas os profissionais de educação das escolas municipais deram uma demonstração de que não aceitarão calados as mazelas desse governo.
O governo Crivela inaugura na prefeitura uma nova era de transtornos para o servidor público.

A falta do reajuste salarial é algo inédito nos últimos 30 anos. Outra novidade é o não pagamento de metade do 13º no primeiro semestre. Além de muitas mazelas com relação aos direitos de nossa categoria, essa prefeitura também inaugura uma era de perseguição e terror nas escolas. Ameaça professora de exoneração pelo simples fato dela ter exposto um cartaz com questioamentos corretos a esse governo.

Comissão atendida por assessoria

No ato de hoje na prefeitura cerca de 4 mil profissionais estiveram presentes. A disposição era a de não mais permitir a ruptura de nossos direitos e de lutar pelo que é nosso!
A direção do sindicato foi atendida por assessores do Prefeito. O sindicato cobrou toda a pauta de reivindicação do movimento unificado dos Servidores municipais, a ausência de reajuste, o não pagamento da metade do 13º, além da insegurança de recebimento desta gratificação no ano corrente, dos cortes de benefícios e do fechamento da Creche Institucional Paulo Niemeyer.

A assessoria também garantiu que amanhã às 14 h responderia ao sindicato marcando então audiência com o prefeito.

Paralisação ou greve – Lutar não é crime é uma necessidade

A indústria de ameaças e boatos tem origem no autoritarismo e na falta de democracia dos governos que não aceitam a livre manifestação dos trabalhadores na luta pela defesa dos seus direitos.

 

Para combater esses boatos e ameaças, vamos lembrar os direitos que temos como profissionais concursados.

 

1) Quem pode participar da greve?

 

Todos os servidores públicos, já que a greve foi deliberação de Assembleia da categoria.

 

Caso dos NOVOS CONCURSADOS- estágio probatório previsto na Constituição Federal

 

O Estágio probatório previsto na CF e na Estadual não anula o regime jurídico único que nos rege. Assim, mesmo sendo um estágio de três anos, “É assegurado o prazo de dois anos de efetivo exercício para a aquisição da estabilidade aos atuais servidores em estágio probatório, sem prejuízo da avaliação a que se refere o §4o do art. 41 da CF”(art. 28 da EC n 18, de 5-2-1998). Também garante que o servidor só perderá o cargo mediante sentença judicial ou processo administrativo com direito à ampla defesa do servidor (EC n19 de 4-6-1998).

 

Vale lembrar que, na avaliação do estágio probatório, itens como assiduidade e pontualidade não levam em conta a greve – direito assegurado nas Constituições Federal e Estadual e que não caracteriza nenhuma das duas situações.

 

2) O servidor pode ser punido por ter participado da greve?

 

Não. O Supremo Tribunal Federal considera que a simples adesão à greve não constitui falta grave (Súmula n° 316 do STF). Igualmente, o servidor em estágio probatório não pode ser punido ou ter sua avaliação degradada pelo simples exercício legítimo do direito de greve.

 

Ao visitar as escolas, devemos ter a preocupação de dialogar com todos os profissionais da educação, mostrando as razões da deflagração da greve e mostrando a importância de toda a categoria aderir ao movimento, participando de todo o calendário aprovado.

Fonte Site do SEPE/RJ 22/02/2016

 

O momento da greve é um momento especial para a campanha de filiação pois todas as atividades são custeadas com a contribuição dos filiados.

 

 

Atenção! Aposentados e pensionistas da Rede Estadual do Rio de Janeiro: Distribuição de cestas básicas na sede da Regional 7, até o dia 15/09.

Atenção! Aposentados e pensionistas da Rede Estadual do Rio de Janeiro: Distribuição de cestas básicas na sede da Regional 7, até o dia 15/09.

Para pegá-las, basta trazer identidade (original e cópia) e o contracheque. Horário de atendimento: segundas, quartas e sextas, das 8h às 14h e terças e quintas das 13h às 19h. Endereço: Estrada do Galeão, 2715, sala 205, Portuguesa. Telefone: 2462-0334.

ASSEMBLEIA LOCAL CONGRESSUAL NA SEDE DA REGIONAL 7, DIA 14/O9, NOS SEGUINTES HORÁRIOS:

ASSEMBLEIA LOCAL CONGRESSUAL NA SEDE DA REGIONAL 7, DIA 14/O9, NOS SEGUINTES HORÁRIOS:

 

FORA DE REDE – 15 HORAS – Só vota comprovando ter vínculo com a profissão de professor. A comprovação se dá por contracheque, diploma, registro de professor.REDES ESTADUAL E MUNICIPAL – 17 HORAS – Votam profissionais de educação das redes estadual e municipal. APOSENTADOS – 19 HORAS – Somente aposentado VOTA.

 

ENDEREÇO: ESTRADA DO GALEÃO, 2715, SALA 205, ILHA DO GOVERNADOR

POSSE DOS REPRESENTANTES DA SOCIEDADE CIVIL NO CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DO RIO DE JANEIRO

 

Na terça feira, 18/07/2017, os representantes do SEPE, Izabel Cristina Costa e Marcelo Sant’Anna, eleitos em assembleia, tomaram posse no Conselho Municipal de Educação do RJ. O mandato tem a duração de dois anos, discute e define importantes questões relacionadas à educação infantil (pública e privada) e à rede municipal de ensino do RJ.

A sessão foi aberta pelo secretário de educação, César Benjamin. Ele destacou a importância do diálogo desenvolvido no Conselho, e reafirmou o objetivo de apresentar os projetos em estudo na SME que envolvem assuntos como violência, formação continuada, questões funcionais, entre outros, fortalecendo as características de uma rede pública produtora de conhecimento.

Os conselheiros dividiram-se em duas câmaras. No caso dos representantes dos trabalhadores da educação, o SINPRO, que já acompanhava este assunto, comporá a câmara de educação básica (CEIEF), que discute uma nova deliberação para este segmento na rede privada. O SEPE acompanhará a comissão de políticas sociais integradas à educação (CPEAPS), que debate o tema da formação de professores através de iniciativas como o PIBID e a Residência Pedagógica.

As sessões acontecem semanalmente. O último encontro do mês é uma plenária pública aberta a todos.

O SEPE também informa que o jetom recebido pelo conselheiro representante, em cada sessão presente, é repassado ao sindicato, visto que o mesmo ocupa uma representação institucional da categoria, devendo prestar contas regularmente desses valores e de suas atividades.⁠⁠⁠⁠