Atenção! Aposentados e pensionistas da Rede Estadual do Rio de Janeiro: Distribuição de cestas básicas na sede da Regional 7, até o dia 15/09.

Atenção! Aposentados e pensionistas da Rede Estadual do Rio de Janeiro: Distribuição de cestas básicas na sede da Regional 7, até o dia 15/09.

Para pegá-las, basta trazer identidade (original e cópia) e o contracheque. Horário de atendimento: segundas, quartas e sextas, das 8h às 14h e terças e quintas das 13h às 19h. Endereço: Estrada do Galeão, 2715, sala 205, Portuguesa. Telefone: 2462-0334.

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ASSEMBLEIA LOCAL CONGRESSUAL NA SEDE DA REGIONAL 7, DIA 14/O9, NOS SEGUINTES HORÁRIOS:

ASSEMBLEIA LOCAL CONGRESSUAL NA SEDE DA REGIONAL 7, DIA 14/O9, NOS SEGUINTES HORÁRIOS:

 

FORA DE REDE – 15 HORAS – Só vota comprovando ter vínculo com a profissão de professor. A comprovação se dá por contracheque, diploma, registro de professor.REDES ESTADUAL E MUNICIPAL – 17 HORAS – Votam profissionais de educação das redes estadual e municipal. APOSENTADOS – 19 HORAS – Somente aposentado VOTA.

 

ENDEREÇO: ESTRADA DO GALEÃO, 2715, SALA 205, ILHA DO GOVERNADOR

POSSE DOS REPRESENTANTES DA SOCIEDADE CIVIL NO CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DO RIO DE JANEIRO

 

Na terça feira, 18/07/2017, os representantes do SEPE, Izabel Cristina Costa e Marcelo Sant’Anna, eleitos em assembleia, tomaram posse no Conselho Municipal de Educação do RJ. O mandato tem a duração de dois anos, discute e define importantes questões relacionadas à educação infantil (pública e privada) e à rede municipal de ensino do RJ.

A sessão foi aberta pelo secretário de educação, César Benjamin. Ele destacou a importância do diálogo desenvolvido no Conselho, e reafirmou o objetivo de apresentar os projetos em estudo na SME que envolvem assuntos como violência, formação continuada, questões funcionais, entre outros, fortalecendo as características de uma rede pública produtora de conhecimento.

Os conselheiros dividiram-se em duas câmaras. No caso dos representantes dos trabalhadores da educação, o SINPRO, que já acompanhava este assunto, comporá a câmara de educação básica (CEIEF), que discute uma nova deliberação para este segmento na rede privada. O SEPE acompanhará a comissão de políticas sociais integradas à educação (CPEAPS), que debate o tema da formação de professores através de iniciativas como o PIBID e a Residência Pedagógica.

As sessões acontecem semanalmente. O último encontro do mês é uma plenária pública aberta a todos.

O SEPE também informa que o jetom recebido pelo conselheiro representante, em cada sessão presente, é repassado ao sindicato, visto que o mesmo ocupa uma representação institucional da categoria, devendo prestar contas regularmente desses valores e de suas atividades.⁠⁠⁠⁠

PARA SEMPRE

Para Sempre.
Porque Deus permite que as mães vão-se embora?
Mãe não tem limite, é tempo sem hora, luz que não apaga quando sopra o vento e chuva desaba, veludo escondido na pele enrugada, água pura, ar puro, puro pensamento. Morrer acontece com o que é breve e passa sem deixar vestígio. Mãe, na sua graça, é eternidade.
Por que Deus se lembra – mistério profundo – de tirá-la um dia? Fosse eu Rei do Mundo, baixava uma lei: Mãe não morre nunca, mãe ficará sempre junto de seu filho e ele, velho embora, será pequenino feito grão de milho.
Carlos Drummond de Andrade

À todas as mães, um dia cheio de amor, paz, união, muito carinho e felicidade.

Nota pública da Regional 7 do Sepe-RJ sobre a Greve Geral de 28 de abril de 2017

“O dia 28 de abril de 2017 foi marcado por uma das maiores greves gerais ocorridas no Brasil recente que a história registra. Dezenas de milhões de trabalhadores de todo o país, das mais variadas categorias profissionais, protestaram e disseram NÃO às contrarreformas do governo ilegítimo e impopular de Michel Temer.
Essas reformas, se forem definitivamente aprovadas, jogarão a classe trabalhadora de volta ao século 19, com a retirada de direitos sociais e trabalhistas duramente conquistados por décadas de luta dos trabalhadores brasileiros.
No dia da Greve Geral, pudemos presenciar, no centro da cidade do Rio de Janeiro, em locais como a Alerj, a Candelária e a Cinelândia, a mobilização de dezenas de milhares de trabalhadores e trabalhadoras, professores, estudantes de escolas públicas e particulares, servidores públicos, bombeiros, profissionais da saúde, trabalhadores das mais diversas áreas, fazendo história, lutando em defesa de uma sociedade mais justa e igualitária, livre da sanha exploradora do capital.
Entretanto, o que vimos foi o emprego de todo um aparato militar e repressivo do estado a serviço das elites capitalistas contra a população que é verdadeiramente responsável pela produção da riqueza social: os trabalhadores da nossa cidade, estado e país.
Um verdadeiro massacre perpetrado pela polícia militar do estado do Rio de Janeiro, das “forças de segurança”, contra aqueles que vivem do trabalho: uso de força bruta, a utilização de balas de borracha, bombas de efeito moral e gás lacrimogêneo para dispersar milhares de populares que protestavam pacificamente contra a retirada de seus direitos.
Perseguição, intimidação e violência policial contra trabalhadores e trabalhadoras nas ruas, avenidas e praças do centro da cidade do Rio de Janeiro no final da tarde e início de noite lembram os anos mais brutais da ditadura civil-militar de 1964-85, com a diferença de estarmos hoje numa situação política do estado democrático de direito. Será mesmo?
E a mídia dominante bandida vem a público criminalizar os movimentos sociais e de trabalhadores como se fossem compostos de “vagabundos” e “desordeiros”, tentando deslegitimar a greve geral como se fosse uma ação única e exclusivamente de sindicalistas, procurando criar uma falsa oposição com os “trabalhadores”. Mas afinal, o que são os sindicalistas? Não são trabalhadores? A busca da alienação do povo é a meta dessa imprensa do capital. Mas o povo já demonstrou por diversas vezes que não é bobo.
A direção colegiada da Regional 7 não só repudia toda ação repressiva colocada em prática pelas instituições policiais do estado, como reafirma a disposição de continuar a luta contra aqueles – os governos Pezão e Temer –, que, como representantes dos interesses do capital, desviam o dinheiro do povo trabalhador da escola pública, da saúde pública e da seguridade social, e que pretendem desmantelar toda e qualquer política pública que possa agir no sentido de uma maior equidade social.

Dia 15 de março greve nacional contra as reformas da Previdência e trabalhista

    Atenção redes estadual e municipal do Rio de Janeiro: Paralisação, dia 15/03, em apoio à greve geral nacional da educação, contra a reforma da previdência e reforma trabalhista.

Passeata : da Candelária à Central do Brasil com concentração às 16 horas, na Candelária.

Nesse mesmo dia haverá assembleia da rede estadual às 11h na ABI.
Paralise e participe das atividades do dia!

Precisaremos de todos para barrar mais este ataque a nossos direitos!