Plenária CEJA

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Plenária para profissionais que atuam nos CEJAs,

segunda feira, dia 20 de junho, 10 horas, no auditório do SEPE,

rua evaristo da Veiga, 55, 7º andar.

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Segunda dia 21 de dezembro votação do orçamento

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Atenção profissionais de escolas da rede estadual! Amanhã, segunda feira dia 21 ocorrerá na ALERJ a votação do orçamento para 2016. Nossa luta já começou e nosso ano não acabou!

Todos à ALERJ lutar contra os cortes no orçamento da educação.

Não permitamos o calote oficializado!

a partir da 9 horas!

 

Matéria do O Globo enfatiza recomendação do MP para parar a reestruturação

o globo matéria reest

o globo chamada reest

http://oglobo.globo.com/rio/mp-recomenda-que-municipio-do-rio-pare-mudancas-na-rede-de-ensino-18227725

MP recomenda que o município do Rio pare mudanças na rede de ensino
A exemplo de São Paulo, Secretaria de Educação está reestruturando escolas em ciclos

POR GUILHERME RAMALHO 05/12/2015 6:00
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RIO — A falta de transparência na reorganização da rede municipal de ensino do Rio levou o Ministério Público estadual a dar recomendação para a Secretaria municipal de Educação (SME) interromper qualquer mudança referente à reestruturação. A medida foi tomada após audiência pública na segunda-feira, com pais de alunos, profissionais de educação e o gerente de reorganização da rede, Eduardo de Pádua. Segundo as famílias, as mudanças prejudicam o ensino e a locomoção de alunos até as unidades.

Desde 2012, o município está separando os colégios por segmentos: educação infantil (creche e pré-escola), primário carioca (1º ao 6º ano) e ginásio carioca (7º ao 9º ano). Até então, uma mesma unidade poderia abrigar mais de um segmento. Hoje, de acordo com a secretaria, mais de 80% das unidades escolares estão organizadas em apenas um dos ciclos. O órgão afirma que, no momento, analisa o processo para aprimorá-lo, a partir de resultados alcançados.

MÃES FORAM AO MINISTÉRIO PÚBLICO

Coordenadora-geral do Sindicato Estadual dos Profissionais de Educação do Rio (Sepe), Marta Moraes diz que mães de alunos não concordam com esse tipo de organização e, por isso, foram ao Ministério Público.

— Ter filhos em escolas diferentes dificulta o planejamento familiar. Algumas mães ficaram revoltadas com as mudanças e apresentaram, junto com o sindicato, essa denúncia no MP — afirmou Marta, acrescentando que a reforma não leva em conta os espaços geográficos. — Como sabemos, as comunidades são dominadas por facções diferentes. Um aluno pode estudar numa favela e, o irmão, em outra dominada por bandidos rivais. Por isso, os pais querem que todos fiquem na mesma escola.

Para Marta, a reorganização no Rio é semelhante ao trabalho na rede estadual de São Paulo. Na sexta-feira, após vários protestos, o governador Geraldo Alckmin decidiu suspender a reestruturação que previa o fechamento de mais de 90 escolas e a afetaria cerca de 300 mil alunos.

— A diferença é que aqui atinge a educação infantil e o ensino fundamental. Então, a mobilização é mais difícil. Em São Paulo, a mobilização partiu do ensino médio, com os próprios alunos. Aqui, terá que partir dos pais.

De acordo com a recomendação do MP, a reorganização da rede necessita de ampla discussão com a comunidade escolar, que será diretamente afetada. O órgão afirma que a secretaria não apresentou estudos e parâmetros técnicos e pedagógicos referentes às mudanças e, até o momento, não especificou as escolas que passarão pela reestruturação, sob o argumento de que o processo está em reavaliação.

Na recomendação, o MP diz que “o município não efetuou a regulamentação da Política Pública de Reorganização da Rede Municipal de Ensino do Município do Rio em norma legal estrito senso, o que torna incerta a permanência

‘Está tudo muito confuso. A secretaria não apresenta qual é o ganho pedagógico, não fala com a comunidade escolar. Simplesmente disse que vai ser desse jeito e pronto’
– MARCELO SANTANA
professor e coordenador-geral do Sepe
SECRETARIA REBATE CRÍTICAS

Para o professor de português Marcelo Santana, que também é coordenador-geral do Sepe, as mudanças estão sendo realizadas “debaixo dos panos”.

— Está tudo muito confuso. A secretaria não apresenta qual é o ganho pedagógico, não fala com a comunidade escolar. Simplesmente disse que vai ser desse jeito e pronto — lamentou.

A Secretaria municipal de Educação tem até cinco dias úteis para informar ao MP as providências adotadas para o cumprimento da recomendação. Em nota, informou que vai prestar todos os esclarecimentos e destacou que todo o processo de reorganização está sendo definido a partir de um estudo, que leva em conta informações de demanda da área (população residente no local e matrícula atual), estrutura física das unidades, garantia da oferta de todos os segmentos na mesma região (próximo à família) e escuta da comunidade escolar (corpo docente, alunos e responsáveis), para considerar as peculiaridades locais.

 

MP recomenda suspensão da reestruturação e fim da circular de lotação

Reestgruturação charge

Em São Paulo estudante e profissionais de Educação derrubaram secretário de Educação e derrotaram a Reestruturação de Alckmin ( fonte Sepe/central)

Em 2012 a Regional 7 , diante da primeira tentativa de reestruturação por parte da SME, ingressou no Ministério Público com um dossiê sobre a reestruturação da rede e as reais intenções da prefeitura. O processo vem sendo averiguado por aquela entidade desde então e agora após uma série de denúncias atualizadas pelo sindicato o MP faz uma recomendação

Ainda é uma recomendação, portanto, não implica a obrigação da suspensão. Contudo, é um apontamento de que uma ação pode ser impetrada a qualquer momento pelo MP e, no caso de inércia desse, fortaleceria uma ação do próprio SEPE.

A recomendação do MP à SME é que “Imediatamente, se abstenha da prática de qualquer ato referente à Reorganização de Rede Municipal de Ensino, especialmente a segmentação das unidades escolares, o fechamento de turmas em qualquer segmento e a relocação de profissionais de educação, com a consequente revogação da Circular 03/2015, expedida pela coordenadoria de recursos Humanos da SME, informando a esta Promotoria de Justiça, no prazo de até 05 dias as providência adotadas para o cumprimento desta recomendação.

RECOMENDACAO 10 IC 766-12 – MPRJ 2012 01306976 reestruturação

escolas fechadas

Reestruturação- Você é a favor ou contra o fechamento de escolas?

escolas fechadas

A prefeitura do Rio está fazendo grandes mudanças na escolas. Tentam camuflar essas mudanças com a maquiagem da reordenação de segmentos. Porém, essas mudanças implicam  no fechamento de várias unidades escolares da forma original como existe hoje. O governo vai fechar escolas que atendem todos os segmentos, por exemplo e deixar no lugar uma escola que atenda a apenas um segmento. Isso implicará que muitos alunos e professores terão que se mudar de suas escolas. Alunos que estudam perto de suas residências terão que se deslocar para outras áreas e muitas vezes para comunidades bem distantes das suas.

Fechamento de escolas deixará muitos alunos sem direito a educação

A irresponsabilidade do governo com a educação da população carioca, beira a insanidade! Além de fechar unidades escolares a prefeitura não encaminhou  nenhum estudo sério ou consulta às comunidades para saber sobre a demanda de cada área da cidade. Com isso muitos alunos vão acabar ficando impossibilitados de estudar. Seja por sua escola que era a mais próxima  de casa, ter fechado o segmento a que ele pertenceria, seja por ficar impossibilitado de frequentar lugares que não garantem sua segurança. Além disso, a falta de um estudo sério ou consulta a comunidade, implicará em deslocar alunos sem nenhum critério espacial o que provocará o aumento ainda maior do número de alunos em sala de aula.

Fechamento de escolas São PauloEm São Paulo acontece o mesmo que aqui no Rio. Veja a matéria :      http://g1.globo.com/sao-paulo/noticia/2015/11/alunos-ocupam-escola-em-sao-paulo-contra-fechamento-de-unidades.html

Por tudo isso precisamos demonstrar ao governo nosso repúdio com a política de retirada do direito a educação.

A REGIONAL VII CONVIDA TODA A CATEGORIA PARA AS SEGUINTES ATIVIDADES RELATIVAS AO PLEBISCITO SOBRE A REESTRUTURAÇÃO DA REDE MUNICIPAL DO RIO DE JANEIRO:

DIA 15/11 – PANFLETAGEM E PLEBISCITO COM A COMUNIDADE INSULANA: 10 H NO CORREDOR ESPORTIVO NO MONERÓ; 
18H NA FEIRA DO COCOTÁ (BANCA PRÓXIMA À ENTRADA DA FEIRA). Por motivo de força maior as atividades do dia 15 foram suspensas

DIA 17/11 – PLENÁRIA SOBRE O PLEBISCITO NA SEDE DA REGIONAL, A PARTIR DAS 18H 30MIN
DE 18 ATÉ 25/11 – VISITA ÀS ESCOLAS PARA A VOTAÇÃO.

PARTICIPEM E CONVIDEM A SUA COMUNIDADE ESCOLAR TAMBÉM. A OPINIÃO DE TODOS DO CHÃO DA ESCOLA É IMPORTANTE.

HAVERÁ, TAMBÉM, A PARTIR DO DIA 18/11, UMA URNA FIXA NA SEDE DA REGIONAL, ESTRADA DO GALEÃO, 2715, SALA 205 PARA COLHER O SEU VOTO, NOS SEGUINTES HORÁRIOS:
2ªs, 4ªs e 6ªs – das 8h às 14h;
3ªs e 5ªs – das 13h às 19h.

Nota

O diretor da Regional 7 e Coordenador Geral do Sepe Marcelo Santana, foi convidado a escrever sobre a intenção do governo federal de elaborar para 2017 uma base nacional curricular para todo o território nacional. O coordenador do sindicato alertou em seu artigo para o risco de engessamento do trabalho dos profissionais ou a perda da autonomia das escolas.
Debate base curricular nacional

Matéria publicada no O Globo fala da base curricular nacional-

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Parabéns educador!

dia do mestre

 Apesar dos obstáculos impostos pelas condições de trabalho e de salário, pela redução cada vez maior dos investimentos na educação pública. Apesar de nos sentirmos solitários no desenvolvimento de nosso trabalho. Mesmo com toda lama, com toda a fama jogada na mídia para tentar nos responsabilizar pelo fracasso da educação. Nosso compromisso com a educação é verdadeiro e não apenas promessas de campanhas!

Parabéns aos milhares de guerreiros de nossas escolas!

educacao-publica-vc não tem educação

Audiência Pública- FARSA AO INVÉS DE PRESTAÇÃO DE CONTAS

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Democracia não se aprende com a CRE!

No dia 09 de outubro, última sexta-feira, pela manhã, aconteceu a Audiência Pública da 11ª CRE. Contou com a participação dos diretores da Regional 7 do Sepe, Armindo Lajas dos Santos e Marcelo Ferreira de Sant’Anna.
Estiveram também presentes diretores, professores, funcionários administrativos de várias escolas da 11ª CRE, representantes do poder legislativo municipal, a coordenação da 11ª CRE e assessoria e diversos membros da sociedade civil insulana.
Entretanto, não para nossa surpresa, os pais, responsáveis e alunos das várias escolas municipais foram em pequeníssimo número, pois não houve da parte da 11ª CRE maior divulgação de importante evento, nem disposição de dialogar com os pais, responsáveis e alunos, que constituem a maior parcela da comunidade escolar. Com relação aos profissionais de educação, o horário ingrato de 9 horas impossibilitou a presença maciça, visto que é horário de trabalho de professores e funcionários das escolas, e dos pais que trabalham, e ouvimos da própria coordenadora que tinham sido enviados para as escolas convites apenas para diretores e representantes dos CECs.
Isto atesta a pouca disposição de dialogar do poder público municipal, (leia-se Prefeitura, Comissão de Educação da Câmara, SME, 11ª CRE) com as comunidades escolares a quem deveriam servir. Mas servem apenas às grandes corporações que ganham dinheiro com os recursos desviados da escola pública. Se quisessem ampla participação das comunidades escolares poderiam ter feito maior propaganda do evento através de cartazes nas escolas, por exemplo. Os vereadores locais não se fizeram presentes, pois um enviou representante, e o outro saiu poucos minutos após o início do evento, o que demonstra o não comprometimento dos mesmos com a escola pública carioca, visto que são base deste governo municipal que destrói e privatiza a educação pública na nossa cidade. Enfim, só não foi um evento totalmente “chapa-branca”, inclusive com representantes das outras CREs, porque contou com a participação de alguns profissionais de educação que apresentaram a realidade nua e crua de suas escolas abandonadas pelo poder público.

Sepe denuncia reais intenções por trás da reestruturação!

Os representantes do Sepe Regional 7 procuraram destacar o caráter não-democrático do processo de reestruturação/reorganização da rede municipal de ensino, pois na sua idealização e elaboração não houve participação efetiva das comunidades escolares que seriam atingidas por tal projeto. Ressaltaram ainda que tal projeto, para ser implementado, deve passar pelo crivo da comunidade escolar. Não foi esquecido o famigerado 6° Ano Experimental, “menina dos olhos” da SME e dos idealizadores de tal processo de reestruturação/reorganização, crime de “lesa-gerações”, pois rebaixa a educação pública na nossa cidade, ao colocar um único professor generalista trabalhando diferentes conteúdos disciplinares, criando uma segregação definitiva na educação, com escolas para rico e outras para pobre, negando aos filhos da classe trabalhadora o direito a uma educação de qualidade. Foi dito ainda que a verdadeira reestruturação/reorganização deve contemplar a valorização salarial do profissional de educação, não apenas salarial, mas com adequadas condições de trabalho e respeito a autonomia do trabalho pedagógico. O também coordenador-geral do Sepe-RJ, Marcelo Sant’Anna, lembrou ainda do Massacre da Cinelândia de 1º de outubro de 2013, quando os profissionais de educação, em luta contra a aprovação autoritária de um plano de carreira e salários (que não contempla a nossa categoria), foram brutalmente reprimidos pela PM a mando de Eduardo Paes e Sérgio Cabral.
Aliás, a CRE chegou a ir a algumas escolas na nossa região para APENAS apresentar o projeto de reestruturação/reorganização, mas foi rechaçada pela grita das comunidades escolares que se manifestaram contrárias a um processo que traz inúmeros prejuízos para a vida das famílias e de seus filhos, além do retrocesso pedagógico embutido em tal medida. O caráter desse projeto é meramente economicista e visa a implementação da privatização das escolas, abrindo brechas para a introdução de um modelo inspirado naquilo que chamamos “parceria público-privada”.
A audiência contou com 31 oradores, em sua maioria profissionais de educação atentos a mais este ataque da Prefeitura e da SME à escola pública carioca: a Reestrutração/Reorganização da Rede. Apesar de alguns profissionais de educação – professores, merendeiras, agentes de educação infantil entre outros, terem feito reivindicações pontuais e específicas, boa parte das falas girou em torno das críticas ao projeto de Reestruturação/Reorganização, por parte de professores, funcionários, pais e alunos, que ressaltaram o caráter autoritário do projeto, o que não contempla a realidade dos membros das diferentes comunidades escolares da nossa região.
Ficou ainda mais claro para nós a carência de professores e de funcionários administrativos da Rede Municipal de Educação, em especial o caso da 11ª CRE, diante dos números que foram apresentados em power-point pela CRE. Os poucos alunos e pais que estiveram presentes fizeram questão de destacar as péssimas condições de estrutura em que se encontram várias escolas na Ilha do Governador. Isso revela o descaso da Prefeitura, mais preocupada com os gastos para os Jogos Olímpicos de 2016.
Ao final, o presidente da comissão de educação da Câmara fez questão de ressaltar que o processo de Reestruturação/Reorganização estava paralisado para o ano de 2016 – assim como dissera também a Coordenadoria da 11ª CRE -, e que a retomada deste processo deveria ocorrer em diálogo com as comunidades. Estamos de olho!!! Vamos Cobrar!!! Na luta contra a Reestruturação/Reorganização!!!

AUDIÊNCIA PÚBLICA REGIONAL SOBRE EDUCAÇÃO, EM CONJUNTO COM A 11ª CRE

Convite Camara regional reestrutura
A REGIONAL VII DO SEPE RECEBEU CONVITE PARA AUDIÊNCIA PÚBLICA REGIONAL SOBRE EDUCAÇÃO, EM CONJUNTO COM A 11ª CRE. A AUDIÊNCIA OCORRERÁ NO DIA 09 DE OUTUBRO DE 2015, NA PRÓXIMA SEXTA-FEIRA ÀS 9 HORAS DA MANHÃ. O EVENTO SERÁ REALIZADO NA AVENIDA CORONEL LUÍS OLIVEIRA SAMPAIO, 73, JARDIM GUANABARA.

NESSA AUDIÊNCIA SERÃO TRATADOS TEMAS DE INTERESSE DE NOSSAS COMUNIDADES ESCOLARES COMO, POR EXEMPLO A REESTRUTURAÇÃO DA REDE, ALÉM DE OUTROS QUE AFETAM COTIDIANO ESCOLAR.

POR ISSO, É DE FUNDAMENTAL IMPORTÂNCIA A PARTICIPAÇÃO DE TODOS QUE PARTICIPAM DO UNIVERSO ESCOLAR: PAIS, PROFESSORES, FUNCIONÁRIOS.

PARTICIPE, A ESCOLA PÚBLICA É NOSSA!

DIREÇÃO COLEGIADA
SEPE REGIONAL 7

Nota

ESCOLAS MUNICIPAIS DO RIO DE JANEIRO FAZEM PARALISAÇÃO DE 24 HORAS NESTA QUINTA (DIA 01/10)

As escolas municipais do Rio de Janeiro vão paralisar as atividades por 24 horas nesta quinta-feira, dia 1º de outubro, contra o arrocho salarial, a política pedagógica da Secretaria Municipal de Educação, exemplificada na proposta da prefeitura de “Reestruturação” da rede, e as más condições de trabalho.

No mesmo dia da paralisação, ocorrerá um ato na Cinelândia, às 14h, para lembrar a votação do Plano de Cargos e Salários em 2013, quando a Cinelândia se transformou em uma verdadeira praça de guerra contra os profissionais da educação que lutavam por um plano de cargos unificado.

A forma truculenta como a categoria foi tratada na época, com bombas e um aparato policial jamais visto, não pode ser esquecida. O ato na Cinelândia vai rememorar a luta dos profissionais contra a proposta de plano feita pelo prefeito Eduardo Paes.

No sábado, dia 3, a categoria realiza assembleia geral às 10h no auditório 11 da UERJ, no 1º andar.
Fonte: SEPE / RJ
Luto contra truculência

Luto contra a truculência do governo